terça-feira, 23 de dezembro de 2014

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Volvo Cars demonstra tecnologia de condução autônoma no Brasil








A Volvo Cars realizou demonstrações, pela primeira vez no Brasil, do veículo de teste do projeto Drive Me, que tem como objetivo tornar a marca líder em condução autônoma, como pioneira na produção de veículos com essa tecnologia. O modelo é parte de um grande programa que prevê 100 veículos autônomos rodando com consumidores em Gotemburgo, na Suécia, em 2017.
“Com o carro autônomo o motorista terá a liberdade de decidir se quer dirigir ou fazer outra coisa neste tempo atrás do volante, como acessar a internet ou responder mensagens no celular, com toda a segurança possível”, explica Jorge Mussi, Diretor de assuntos governamentais e serviços ao cliente da Volvo Cars do Brasil.
O veículo de condução autônoma traz claras vantagens para o condutor e para a sociedade. A Volvo Cars quer contribuir com a mobilidade urbana das cidades através da redução de acidentes e melhoria do fluxo de trânsito, reduzindo os congestionamentos. O veículo de condução autônoma é também um grande aliado do meio ambiente, pois consome menos combustível e emite menos poluentes, melhorando a qualidade do ar.





Assista ao vídeo release e conheça o projeto Drive Me da Volvo Cars: http://we.tl/QI8t3yZLEx


O Projeto Drive Me

Com o projeto, a Volvo Cars quer entender as vantagens para a sociedade, os hábitos e necessidades dos clientes e as possibilidades técnicas de adoção da tecnologia de condução autônoma, de forma a moldar uma mobilidade sustentável no futuro.
A meta para 2017 é que consumidores dirijam 100 carros em condições reais de uso, por cerca de 50 km em vias selecionadas no entorno de Gotemburgo, na Suécia. Essas ruas trazem as típicas condições de vias, com estradas e cruzamentos.
“Tornar a cidade-sede da Volvo Cars, Gotemburgo, a primeira área no mundo para carros autônomos rodarem em condições de uso normal demonstra nossa liderança tecnológica e a dedicação da Suécia em ser pioneira na integração de carros autônomos”, explica Erik Coelingh, especialista técnico da Volvo Cars.
O programa Drive Me – carros autônomos para uma mobilidade sustentável – é uma iniciativa que envolve a Volvo Cars, a Swedish Transport Administration (Agência Sueca de Transportes), Lindholmen Science Park e a cidade de Gotemburgo. O que torna o projeto Drive Me único é o fato de ele envolver todos os pilares da cadeia, na Suécia: legisladores, autoridades de transporte, prefeitura, fabricante do veículo e consumidores reais.
“Testar esse tipo de carro em vias públicas nos proporciona informações valiosas sobre os benefícios sociais de ter carros autônomos como parte do trânsito. Nossos carros inteligentes são a parte fundamental da solução, mas uma abordagem da sociedade de forma conjunta é vital para oferecer mobilidade individual sustentável no futuro. Essa cooperação única é a chave para uma implantação de sucesso dos carros autônomos”, explica Erik Coelingh.



Benefícios para o condutor

A condução em modo autônomo abre espaço para que o motorista decida como melhor utilizar seu tempo ao volante, afinal, ele pode se concentrar em outra atividade, ler seus e-mails e mensagens recebidas, se conectar às redes sociais ou ainda relaxar com toda segurança. “A condução autônoma permitirá que as pessoas otimizem o tempo gasto em engarrafamentos de forma segura” afirma Jorge Mussi. Além disso, é preciso pensar no motorista do futuro. Não há qualquer possibilidade de imaginar o jovem de hoje sem conectividade com o seu carro amanhã. "Quando consideramos o assento do motorista como um símbolo de liberdade e mobilidade, temos de priorizar a conectividade e segurança desses futuros condutores. A condução autônoma torna isso uma realidade”, completa ele.




Benefícios para a sociedade

Entre os potenciais benefícios para a sociedade estão: redução de acidentes, redução de congestionamentos, menos poluição e uso mais eficiente das vias, entre outras coisas. Este projeto destina-se a assumir os aspectos gerais da mobilidade futura por proporcionar o bem-estar público, melhorar a mobilidade, reduzir a poluição e o número de mortes e feridos no trânsito.

Sabe-se que 90-95% dos acidentes acontecem por falha humana. Com a condução autônoma distrações e erros são eliminados. “O projeto Drive Me é um importante passo rumo à Visão de Segurança 2020 da Volvo, de não ter vítimas fatais ou gravemente feridas dentro de um novo carro da marca a partir de 2020”, ressalta Jorge.









O carro autônomo também permite repensar o modelo viário, com faixas mais estreitas, já que o carro autônomo usa um GPS de alta resolução e pode usar locais de estacionamento remoto fora da cidade que não precisam de interação humana.  Outro benefício é a redução dos congestionamentos, uma vez que o veículo de condução autônoma permite a redução do espaço entre os carros de forma segura, contribuindo significativamente na melhora do fluxo de trânsito e aumento da velocidade média dos automóveis.
O veículo de condução autônoma contribui também com a melhoria da qualidade do ar, pois consome menos combustível e emite menos poluentes. “Como o veículo freia e acelera somente o necessário, utilizando o trajeto mais eficiente possível, ele chega a consumir 14% menos combustível em algumas situações”, afirma Jorge.

A tecnologia Autopilot
Equipado com um sistema de GPS de alta resolução e sensores especiais – radares, câmera e lidars (radares a laser) –, o veículo utiliza a sofisticada tecnologia Autopilot de condução autônoma que controla volante, freios e acelerador, de acordo com as condições de trânsito.
“O carro apresentado no Brasil está apto a andar seguindo as faixas, adaptando-se à velocidade do trânsito e interagindo com os outros veículos por conta própria. Trazer esse carro para o País é a possibilidade de mostrar uma das várias tecnologias futuras da Volvo Cars que já estão se tornando realidade”, completa Jorge.

Continental lança linha de pneus exclusiva para aplicação em terminais portuários


Modelos foram desenvolvidos exclusivamente para utilização em veículos que realizam o serviço de movimentação de contêineres


A Continental, uma das maiores fabricantes mundiais de pneus, anuncia o lançamento de cinco novos reforços em sua linha de pneus comerciais especiais no Brasil:  StraddleMaster, ContainerMaster, DockMaster, CraneMaster e ContiTrailer. Abrangendo do aro 20” ao 35”, eles chegam para complementar o portfolio, já integrado pelos modelos TerminalTransport, ContiRV20 e ContiRT20.
Os pneus portuários são altamente exigidos em razão do peso, da altura e também da velocidade do veículo. “Esse segmento lida, basicamente, com o transporte de mercadorias em larga escala acomodadas em contêiners. Essas operações são geralmente muito agressivas pelas condições do piso e demandam muito dos pneus em termos de desempenho, baixa retenção de calor, baixo consumo de combustível, estabilidade para o veículo e, claro, segurança”, destaca Vinícius Penna, gerente de vendas de pneus industriais da Continental Pneus Mercosul.
Para atender a todas essas necessidades, os engenheiros da Continental desenvolveram a inovadora tecnologia V-Ply™, inspirada nos pneus de corrida, e pautada em duas premissas principais: o aprimoramento da lona de corpo da carcaça e a otimização do processo de cura do pneu.
 “A tecnologia Cross-Ply™ tem como principais propriedades maior resistência de carcaça na lateral, resistência à manutenção deficiente, estabilidade e conforto, enquanto a tecnologia Radial™ se destaca por sua durabilidade, baixa resistência ao rolamento e maiores índices de velocidade. A tecnologia V-Ply™, aplicada em todos os modelos para terminais portuários, combina o melhor de ambas, criando um padrão inovador na composição e na estrutura da carcaça ao utilizar ângulos menores e especialmente projetados que formam um “V”, explica Vinícius Penna.
 No V-Ply™, as propriedades de conforto e estabilidade são otimizadas por uma carcaça excepcionalmente resistente - com até 20 lonas amarradas em 3 talões - e com laterais mais reforçadas que influenciam diretamente na estabilidade lateral do veículo. Além de conferir mais segurança, ela amplia a resistência a furos e cortes, bem como assegura uma melhor performance, economia de combustível e maior vida útil.
“O volume de contêineres transportados tem aumentando de forma significativa nos últimos anos e, segundo apontam as pesquisas de mercado, o negócio portuário mundial deverá dobrar a sua capacidade na próxima década. Com essa nova linha de pneus, a Continental oferece aos seus clientes uma solução completa que combina desempenho, segurança nas operações e enorme potencial para a redução dos custos operacionais diários e preservação do meio ambiente”, conclui Vinícius Penna.
A linha de pneus comerciais especiais da Continental é a única a cobrir as mais diversas aplicações e necessidades a partir de quatro diferentes tipos de construção: pneumáticos radiais e diagonais; superelásticos (maciços) e sólidos (bandagens e press-on bands). O emprego desses modelos leva em consideração o tipo de carga a ser transportada, as condições do ambiente e do pavimento, além de dados relativos ao equipamento: velocidade, distância percorrida, carga, peso e elevação.

Lexus NX conquista pontuação máxima de 5 estrelas nos testes de segurança da EURO NCAP





Excelente resultado na avaliação de dispositivos de Assistência à Segurança e na Proteção de Pedestres
Principal concorrente da Range Rover Evoque teve classificação máxima de 5 estrelas, atingindo 82% na proteção de adultos e de crianças

O novo Lexus NX recebeu a classificação máxima de 5 estrelas nos testes realizados pelo prestigiado organismo Euro NCAP. Os resultados alcançados em todas as áreas testadas ficaram bastante acima dos mínimos necessários para a atribuição de 5 estrelas considerando que o novo Lexus é um dos mais seguros do segmento.
O programa de testes é constituído por quatro áreas – Ocupantes Adultos,Ocupantes CriançasProteção de Pedestres e, desde 2009, dispositivos de Assistência à Segurança. Estes últimos incluem equipamentos que ajudam a evitar lesões ou a reduzir a gravidade delas, tais como avisos de não colocação dos cintos de segurança, controle de estabilidade e limitador de velocidade.
Principal concorrente da Range Rover Evoque, o novo Lexus conseguiu 82% de proteção para os ocupantes adultos, 82% para ocupantes crianças, 69% na proteção de pedestres e 71% para os dispositivos de assistência à segurança.
Comentando a categoria de ocupantes adultos, a Euro NCAP realçou o máximo de pontos obtidos pelo NX no teste de impacto de barreira lateral, pela boa proteção oferecida em todas as áreas críticas do corpo dos passageiros.
Nos testes realizados nos bancos dianteiros e nos encostos de cabeça, além da avaliação do banco traseiro, indicaram uma boa proteção contra lesões pelo conhecido efeito “de chicote” na sequência de uma colisão na traseira.
Nos testes de ocupantes de criança o modelo teve uma boa classificação pela proteção assegurada tanto a crianças de 18 meses como de 3 anos. Por outro lado na análise de proteção de pedestres, o para-choques assegurou uma proteção “boa ou adequada” para as pernas de quem está do lado de fora do veículo.
Por último, no capitulo dos dispositivos de assistência à segurança, o NX demonstrou ‘bom desempenho’ principalmente graças ao Sistema Pré-Crash, ao controle de estabilidade com aviso da não colocação do cinto de segurança para os ocupantes dianteiros e traseiros, além do sistema de “cruise control adaptativo”.
Mesmo não avaliado pela entidade Euro NCAP, o veículo pode ser equipado com o sistema de ajuda a manutenção na faixa de rodagem, monitorização do ângulo morto e monitor com visão a 360º.
O novo modelo NX é o primeiro utilitário esportivo compacto da Lexus que traz o novo motor 2.0 turbo da marca. O carro estará disponível para vendas no primeiro trimestre de 2015 nas duas concessionárias no Brasil, pelo Grupo Tsusho, nas versões Luxury e F-Sport e já conta com lista de reservas.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

FÁTIMA TRANSPORTES E LOGÍSTICA APOSTA NA ESPECIALIZAÇÃO EM CARGAS ESPECIAIS E DEDICADAS



Por: Wagner Oliveira
O nome dá a entender que os fundadores eram portugueses, mas a Fátima Transporte e Logística nasceu da iniciativa de pioneiros italianos. A origem da família é de Treviso (norte da Itália), de onde vieram no início do século 20 Giovanni e Maria Pilati Paschoalin e Joseph e Luiza Bassi Pancotti para o interior de Minas Gerais. A partir deles, a família vem ampliando os negócios no estado e no Brasil.
Atualmente, a Fátima é uma das empresas que compõem o Grupo Paschoalin, que atua em vários segmentos da economia. “Buscamos consolidar nossa posição no transporte com uma atuação bem focada, baseada em conceitos modernos de administração, equipe treinada e uma moderna frota”, disse Frederico Arantes Paschoalin, diretor comercial e operacional da Fátima Transporte e Logística.
O braço do transporte é que deu vida ao grupo. A história no setor começa com um caminhão em 1956. Seis anos depois é criada a Fátima, empresa que iniciou suas atividades em Novembro de 1962, em Juiz de Fora-MG.
O foco da empresa era o transporte de produtos perigosos derivados de petróleo. Em 1999, entrou no seguimento de transporte de gases criogênicos. Em 2011, a empresa passou por uma reestruturação administrativa e operacional, a fim de prospectar novos nichos de mercado, com a inclusão das operações de Báscula e Silo. O foco do operador está na especialização de soluções de transporte para o perfil de granéis líquidos (tanques) e graneis sólidos (caçambas). 
Para atuar nesses segmentos, o pessoal da Fátima precisa de constante capacitação. A frota de mais de 300 veículos é bastante atualizada, com idade média de três anos e meio. “Nosso segmento requer especialização para mantermos a confiança do cliente e competitividade dos serviços”, reforçou o diretor comercial da empresa.
Com a governança interna voltada para a satisfação do cliente, o pessoal da Fátima se esforça para cumprir a risca o prazo de entrega das cargas, a qualidade do serviço contratado, além de não descuidar dos respeito às normas, disposição e cordialidade no atendimento aos clientes.
De acordo com Frederico, que cobra compromisso dos seus colaboradores, a empresa também não abre mão dos princípios do desenvolvimento do ser humano, do gerenciamento participativo, da disseminação da informação interna para atingir suas metas. Em razão da natureza dos segmentos atendidos, a Fátima obedece ao SASSMAQ (Sistema de Avaliação de Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Qualidade), método de avaliação criado e exigido pela Associação Brasileira de Indústrias Químicas (Abiquim).

Com a matriz em Betim (MG), a Fátima concentra sua atuação no Sudeste, onde tem filiais em Contagem (MG), Belo Horizonte (MG), Formiga (MG), São José dos Campos (SP), Duque de Caxias (RJ), Goiânia (GO), além de Vitória da Conquista, na Bahia. A empresa presta serviços em vários nichos, como combustível claro (gasolina, etanol, diesel, biodiesel e querosene de aviação), combustíveis escuros (óleos ultraviscosos e asfalto), gases industriais (oxigênio, nitrogênio e CO2), gás natural comprimido, cimento e cal e graneis sólidos (minério, areia, brita, carvão e enxofre).  Entre os principais clientes, destacam-se a Petrobras, a Gerdau, ThyssenKrupp, Raízen e construtoras em geral.
Em razão das cargas especiais e dedicadas, segurança é um assunto muito sério para a transportadora, que tem o compromisso com a integridade física de seus colaboradores, principalmente, com aqueles que trafegam nas rodovias. Algumas normas são tão rígidas como os “Dez Mandamentos”. A velocidade dos seus caminhões é controlada a 80 km/h em pista seca e 60 km/h em pista molhada. Seus cavalos mecânicos dispõem de freios ABS e sistema EBS (antitombamento) nas carretas. Há testes de bafômetro na saída e chegada das rotas..
A empresa também realiza “diálogos semanais de segurança” e reciclagem de direção defensiva anual. Todos os veículos são rastreados. Com metas e avaliação mensal, a empresa premia os motoristas que atingem o patamar de excelência na operação. A Fátima desenvolve campanhas de conscientização, como o programa Blitz Educativa, cujos objetivos são acompanhar e orientar os motoristas (próprios e terceiros). O projeto também visa reduzir as não-conformidades na operação, estreitar a relação empresa x colaborador, além de disseminar práticas de segurança, qualidade, meio ambiente e sociais aos colaboradores em conjunto com os clientes da Fátima.
De acordo com o diretor comercial, a atividade do transporte diminuiu a intensidade no primeiro semestre em relação ao mesmo período de anos anteriores. Ele disse que a companhia conseguiu se estruturar para não sofrer com sobressaltos econômicos, evitando que a frota fique ociosa. “Procuramos remanejar nossos veículos entre nossas várias aplicações para conseguirmos o maior aproveitamento possível da nossa frota, bem como o quadro de pessoal.”, disse.
Ainda afirmou  que a Lei do Motorista vem causando dores de cabeça para os operadores na medida em que aprofunda dificuldades do transporte. Um desses “gargalos” está na operação de embarque e desembarque. “Ás vezes, um motorista fica até 50% do seu tempo ocioso a disposição do embarcador no processo de carga e descarga. Não podemos perder tanto tempo. Isso impacta diretamente na jornada permitida que o motorista tem durante o dia.”, disse ele, para quem o tempo perdido acaba causando custos demasiadamente pesados e queda na produtividade diária. Segundo ele, o problema ainda fica maior quando as empresas têm dificuldade na contratação de motoristas. “Precisamos de algumas adequações na legislação para não sufocar os operadores logísticos e de transportes, que podem sofrer bastante num futuro breve com passivos trabalhistas”, afirmou.
Ele disse que o atual momento econômico é de muita analise e cautela para as empresas, visto que por serem o elo entre produção e consumo, acabam sentindo logo os reflexos de uma menor atividade na economia. “Quando a atividade econômica está mais lenta, menos produtos e riquezas são movimentados. Precisamos de um bom planejamento para evitarmos problemas financeiros”, disse

NOVO CELER – O COMPACTO DA CHERY AGORA É NACIONAL




Um carro brasileiro, com novos parâmetros de estilo e qualidade, com acabamento interno reformulado, tecnologia e que transmite modernidade. É assim que a Chery Brasil define o Novo Celer.
O veículo, que chega no começo de 2015, se apropria do conceito “compacto hatch e sedan”, com atributos e características únicas. É robusto, dinâmico etransmite esportividade, características típicas de modelos compactos. O espaço, conforto e a tecnologia presentes no primeiro carro nacional da Chery são consequências do trabalho de um time de P&D que levou em consideração o perfil do consumidor brasileiro no momento do desenvolvimento do projeto.
Todos estes atributos podem ser conferidos no exterior e interior do Novo Celer. A arquitetura foi totalmente redesenhada, com mudança no desenho das rodas de liga leve, novo para-choques e novas lanternas, inclusive nas traseiras, equipadas com LED. O design lembra o de carros europeus e sugere robustez, esportividade e modernidade. O porta-malas foi projetado levando em consideração o dia a dia dos brasileiros.

Na parte interna, o motorista pode sentir a diferença no novo painel de instrumentos, totalmente inovador e tecnológico, e no sistema de interatividade de última geração, o Chery Media System, sistema integrado de som, com painel digital, rádio com CD, entrada USB e bluetooth.
Os equipamentos continuam como itens de fábrica, como na versão anterior e em todos os veículos Chery, deixando o chinês nacional a frente de seus concorrentes.

E, por fim, a motorização é também um grande diferencial. Todas as versões do Novo Celer são equipadas com motor nacional Acteco Flex 1.5, com 108 cv de potência.


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Hyundai revela novo i30 com visual renovado

  • A Hyundai revelou algumas novidades nesta quarta-feira (10), e entre elas está o reestilizado i30 2015. As novidades vão além do visual atualizado e incluem um novo câmbio de dupla embreagem e uma nova versão de topo com motor turbo.

Em relação ao visual as mudanças não foram tão radicais. O i30 2015 recebeu uma nova (e grande) grade dianteira hexagonal, novas opções de cores e rodas com novo desenho. Na nova versão Turbo há detalhes em vermelho nos para-choques, LEDs diurnos e rodas de liga leve aro 18″.



Todavia, as principais novidades do modelo reestilizado estão sob o capô. A versão de entrada recebeu o novo motor 1.4 litro Kappa de 100 cv e as demais podem ser equipados com o 1.6 GDi de 120 cv e 1.6 diesel em versões de 110 cv e 136 cv.

No topo da gama, a nova versão Turbo terá o motor 1.6 de 183 cv associado ao câmbio manual de seis marchas – o novo câmbio automático de dupla embreagem e 7 velocidades está disponível para as demais versões. O i30 Turbo acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e alcança 218 km/h de velocidade máxima.

INTERIOR DA VERSÃO TURBO
Outras tecnologias disponíveis são o Start/Stop, chamado de Stop & Go (ISG), pneus de baixa resistência a rolagem, sistema gerenciamento de alternador (AMS) e o ‘active air flap’ na grade frontal, para auxiliar na aerodinâmica.
Ainda sem preços revelados, o i30 reestilizado começa a chegar ao mercado europeu no início de 2015.


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Onix ganha versão com visual esportivo





 Em razão da surpreendente receptividade do consumidor ao conceito Onix Effect, exibido durante o Salão do Automóvel de São Paulo, há pouco mais um mês, a Chevrolet decidiu logo transformá-lo em uma versão de produção.

Ele se destaca pelo acabamento esportivo, pela extensa lista de itens de conveniência, conforto e segurança e pelo motor de 1.4 litro flex com 106 cavalos. A transmissão é manual, de cinco velocidades, combinando com a proposta do carro.
A série Effect é conhecida no mercado por agregar exclusividade a produtos da Chevrolet e, no passado, já caracterizou outros modelos da marca, sendo o Onix primeiro de produção nacional.
Todo o pacote de personalização do exterior e do interior do carro foi desenvolvido em conjunto com o Centro de Design da Chevrolet no Brasil, considerado na atualidade um dos mais completos e importantes da GM no mundo.
“O Onix Effect traz diversos acessórios exclusivos, como o spoiler dianteiro, as saias laterais, o aerofólio e um extrator na traseira, que melhoram o coeficiente aerodinâmico. Outro elemento que chama a atenção no carro é o teto pintado em preto alto brilho, criando efeito parecido com o de uma cobertura de vidro”, diz Carlos Barba, diretor executivo de design da GM América do Sul.



Visual impactante
Grade toda preta, faróis com máscara negra, luzes de neblina, lanternas com detalhes escurecidos, rodas aro 15 em tom grafite, pneus 185/65 e decalques coloridos no capô, nas laterais e na tampa do porta-malas caracterizam a nova versão, identificada pela logomarca “Effect”, na porta.
O visual externo conta ainda com os retrovisores e os adesivos da coluna B em preto brilhante, dando amplitude à área envidraçada e, junto com o teto de mesma tonalidade, conferem maior fluidez ao design e aumentam a proporção abaixo da linha de cintura do veículo.
O Onix Effect chega às concessionárias a partir da segunda quinzena de dezembro em duas opções de cores: Branco Summit e Vermelho Pepper, sempre com três anos de garantia.
O interior também ganhou esportividade com o volante com empunhadura mais espessa e base reta, igual ao de bólidos de competição. Ele tem revestimento em couro além teclas de controle do sistema multimídia Chevrolet MyLink. Os botões permitem ao condutor mudar as estações do rádio e fazer ou aceitar ligações telefônicas.
Assim como as molduras das saídas de ar no painel, o volante traz acabamento em vermelho acetinado. Há ainda tapetes bordados e quadro de instrumento com grafismo alusivo à nova versão.


Ar-condicionado, direção hidráulica, banco do motorista envolventes com regulagem de altura, alerta para esquecimento do cinto de segurança, travas e vidros elétricos dianteiros com comando na chave, freios ABS com EBD e airbag duplo, por exemplo, são itens de série.
“O Onix Effect irá agradar principalmente aquele consumidor que busca um compacto prático, ágil e econômico para o uso urbano, porém com um visual mais arrojado e preço atraente”, define Marcos Munhoz, vice-presidente da GM.




Esportivo acessível
Apesar de vir completo e agregar acessórios exclusivos, o Onix Effect estreia pelo mesmo preço da versão LTZ, igualmente equipada com o motor SPE/4 de 106 cavalos, o 1.4 aspirado flex mais potente do mercado.
A transmissão é manual com alta capacidade de sincronização, que possibilita trocas rápidas e inversão de sentido de forma suave e com baixo esforço.
O Onix completou no mês passado dois anos no mercado brasileiro com recorde de vendas. Em novembro foram emplacadas 14.484 unidades do modelo, pioneiro no segmento a oferecer sistema de conectividade multimídia e transmissão automática de seis marchas.
A melhor marca até então havia sido registrada em junho deste ano, quando 14.017 unidades do Onix foram emplacadas no país. Todas as versões do carro trazem um amplo pacote de itens de conforto e segurança de série, como ar-condicionado e direção hidráulica.
Lançado em novembro de 2012, o Onix transformou-se rapidamente no Chevrolet mais vendido da linha e, recentemente, foi apontado como o carro com o maior valor de revenda do país, segundo levantamento feito pela AutoInforme, o que comprova sua excelente aceitação.


Cinco estrelas para o Audi A3 Sportback e-tron pelo Euro NCAP


          
 O consórcio Euro NCAP concedeu a classificação máxima de cinco estrelas para o novo A3 Sportback e‑tron da Audi na categoria Segurança em Colisão. Isso coloca o primeiro híbrido elétrico de produção em grande escala da Audi entre os carros mais seguros. De forma geral, o grupo de teste ficou impressionado com o A3 Sportback e‑tron: como resultado, o híbrido elétrico ganhou nota máxima em proteção para adultos e crianças em caso de colisão frontal, lateral ou traseira. O modelo também passou com mérito nos testes de proteção ao pedestre. Em 2014, o Euro NCAP testou também os sistemas de assistência pela primeira vez. O A3 Sportback e-tron com os sistemas Audi pre sense front e Audi active lane também ajudou a cumprir os rigorosos requisitos nesta categoria.

Porsche 918 todos vendidos




O modelo mais caro da história da Porsche, o 918 Spyder teve seu último exemplar vendido recentemente. O superesportivo teve apenas 918 exemplares produzidos, sendo que apenas quatro unidades foram destinadas ao mercado brasileiro, cada uma com preço sugerido de nada mais, nada menos que R$ 4 milhões. E olha que nem precisou anunciar no site de classificados, www.webseminovos.com.br
De acordo com a Porsche, do volume total, 297 modelos foram adquiridos nos Estados Unidos. A Alemanha e a China também estão entre os mercados mais populares para o 918 Spyder, com aproximadamente 100 unidades vendidas em ambos os países.
Questionado sobre um sucessor para o modelo, o chefe de pesquisa e desenvolvimento da Porsche, Wolfgang Hatz, confirmou ao site Autocar que a fabricante poderá oferecer um novo automóvel híbrido para ocupar o lugar do 918 Sypder. Entretanto, um substituto não deverá ser lançado de imediato, mas “com certeza haverá um sucessor para o 918 em algum momento”.




As placas serão unificadas no Mercosul






Após várias reuniões e atrasos, já que o plano original era começar em 2014, os países do Mercosul fecharam um acordo para unificação das placas de veículos a partir de 2016. Com isso, será possível circular livremente por Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela.
Caminhões e ônibus serão os primeiros a ostentar as novas identificações, que terão um mesmo padrão, diferenciando-se apenas nas bandeiras, cores e grafismos. A partir de 2018 será a vez de carros de passeio, utilitários leves e motos.
Dessa forma, infrações de trânsito cometidas por cidadãos de outro país do bloco deverão ser computadas automaticamente para o infrator, evitando assim a impunidade vista atualmente. Além disso, facilitará a identificação do veículo nos países vizinhos, aumentando também a segurança para proprietários e empresas.
 

Renegade recebe 5 estrelas em teste de colisão feito pela Euro NCap




O Euro NCap, entidade que realiza testes de segurança independentes com veículos vendidos na Europa, divulgou nesta quarta-feira (10) sua última bateria de avaliações em 2014.
De acordo com a entidade, o Renegade, recebeu a nota máxima de 5 estrelas em comportamento nas colisões. O SUV compacto já foi confirmado pela fabricante para o Brasil e será produzido no país a partir de março do próximo ano, porém, a versão analisada foi produzida no exterior.


Com nota máxima no geral, o Jeep Renegade obteve porcentagem de 87% para a proteção de adultos, 85% para crianças, 65% para a proteção de pedestres e 74% na avaliação de sistemas de assistência de segurança. O modelo avaliado possui motor 1.6 diesel

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Levantamento aponta veículos preferidos dos executivos





O Corolla, da Toyota, e o Amarok, da Volkswagen, são os veículos preferidos dos executivos brasileiros, de acordo com os dados dos carros oferecidos como benefício pelas companhias que contratam os serviços da Arval Brasil, multinacional francesa especializada em terceirização de frotas de veículos de empresas. Dos 2.934 veículos de executivos geridos pela Arval, 256 são Corolla (8,7%). Em segundo lugar está o Amarok, com 252 (8,6%), seguido pela Hylux, também da Toyota, com 209 (7,1%).


"Notamos uma maior presença de modelos sedan e de utilitários esportivos entre as escolhas dos executivos. O levantamento mostra, ainda, que diversas montadoras disputam a preferência dos nossos clientes", analisa Rodrigo Amaral, diretor de operações da Arval Brasil.


Veículos TOP TEN na preferência dos executivos brasileiros:
1 - Corolla - Toyota - 256
2 - Amarok - Volkswagen - 252
3 - Hylux - Toyota - 209
4 - Cruze - Chevrolet - 196
5 - Fusion - Ford - 163
6 - New Civic - Honda - 155
7 - Civic - Honda - 154
8 - Captiva - Chevrolet - 143
9 - Freemont - Fiat - 113
10 - Jetta - Volkswagen - 110

Os executivos das empresas, em geral, têm liberdade de escolha entre marcas e modelos. A Arval, a partir destas preferências, adquire o carro diretamente da montadora e se encarrega de toda a gestão, o que inclui manutenções preventivas e corretivas, gerenciamento de pneus, multas, veículo reserva, seguro e gestão de sinistros e vistoria..

Sobre a Arval - Fundada em 1989, a Arval, parte do Grupo BNP Paribas, é especializada em terceirização de frotas, oferecendo soluções para empresas aumentarem a produtividade dos colaboradores e terceirizarem os riscos associados ao gerenciamento de frotas. Consultoria e qualidade nos serviços são fundamentais para atender as expectativas dos clientes da Arval, que está presente em 39 países, mais de 4.000 colaboradores. A Arval possui mais de 700 mil veículos no mundo e no Brasil, presente desde 2006, possui uma frota de 14 mil veículos com mais de 300 clientes em todo o país.
www.arvalbrasil.com.br

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Tora aposta na flexibilidade





Grupo mineiro amplia nichos de atuação e busca novas oportunidades para ser reconhecido

como um dos melhores operadores do Brasil

Por: Wagner Oliveira

No atual contexto de baixa demanda por transporte, diversificação é a estratégia do Grupo

Tora, controlada pela holding Estrela, que tem sob o seu chapéu a Tora Transportes, a Usifast e a Tora Semi-Novos (MG Veículos). “A flexibilidade e o melhor 

aproveitamento de nossas sinergias são fundamentais num instante econômico desfavorável

em que é preciso manter a cautela e a atividade em andamento, evitando aumento de custos

e endividamento desnecessários”, disse, em entrevista , o

presidente do conselho do Grupo, o empresário Paulo Sérgio Ribeiro da Silva, 68 anos. “É uma

postura um tanto conservadora, mas segura para preservamos o bom ambiente dos negócios.”

Foi sempre com uma postura financeira rígida que o Grupo Tora soube aproveitar todas as

oportunidades desde a sua fundação nos anos 1970 em Minas Gerais, estado onde a atividade

na produção de itens semi-elaborados cria oportunidades de serviços de transporte em várias

cadeias produtivas. Com isso, nas últimas décadas, a Tora vem se consolidando como um dos

mais respeitados operadores da logística e do transporte do Brasil.




Basta ver o número e o peso dos clientes da Tora. Estão na extensa lista nomes como a

ArcelorMittal, Belgo Mineira, Brasken  e CSN. A relação é ainda mais fortalecida por 

embarcadores como a Coca-Cola, CNH, Fiat, Gerdau Aços Longos, Gerdau Açominas, Iveco, 

Magnestia, Petrobras, Usiminas e Vale, entre outras empresas que estão no topo da formação

do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Tem sido essencial na trajetória da Tora sua visão estratégica, principalmente, ao unir o

transporte rodoviário ao ferroviário, onde a empresa a integrar as operações visando

proporcionar competitividade e menor custo para seus clientes. “Nossos serviços ajudam a

racionalizar a atividade dos parceiros, como a redução de estoques, por exemplo. Com

conceitos de inovação e produtividade, buscamos contribuir para um avanço sistemático do

transporte e da logística no Brasil”, reforçou o presidente do conselho da Tora.

Após um início da atividade voltada para indústria siderúrgica nos anos de 1970, duas décadas

depois, o grupo se fortaleceu com a criação da Tora Logística, cujo objetivo é o de atender

operações de armazenagem, gestão de estoques, transporte rodoferroviário, retroportuário e

desenvolvimento de novos projetos.



A Tora incorporou o Torex: terminal retroportuário destinado ao atendimento as demandas de

comércio exterior. Em associação com a Fasal, empresa do Grupo Usiminas, entrou em

operação a coligada Usifast, atuando há 20 anos no transporte rodoviário e o Porto Seco

Industrial Grambel, localizado em Betim (região metropolitana de Belo Horizonte).

De acordo com o empresário Paulo Sérgio Ribeiro da Silva, a Tora soube ler a realidade do

mercado ao aproveitar nichos para se fortalecer, desde a siderurgia à indústria

automobilística, onde ajudou Minas Gerais na formação de um pólo de fornecedores que já é

um dos mais significativos do Brasil na produção de autoveículos. Além da Fiat, é grande

parceira da Iveco, que vem consolidando a produção de caminhões em Sete Lagoas (70

quilômetros de Belo Horizonte).

Se nos anos 1990 a Tora buscou a integração de modais, na década anterior a empresa viu a

oportunidade de crescer com a atividade no continente sul-americano e nova fronteira

agrícola que despontava no Centro Oeste brasileiro.  Foi nos anos 1980 que a Tora iniciou suas

operações no Mercosul, a partir do Chile. Logo em seguida, a empresa expandiu suas

operações na Argentina e no Uruguai. Também nesta década, a Tora iniciou operações de

transporte rodoviário de grãos contribuindo para a ampliação das fronteiras agrícolas no

território nacional.

Desde os anos 2000, quando o Brasil dá um salto na economia, a Tora consolida sua

participação no mercado de transporte e logística com elevados investimentos em

equipamentos e terminais, o que faz da empresa um dos poucos operadores do país a oferecer

a solução de integração rodoferroviária. 

Com a solução de transporte em diversos modais, o grupo Tora expandiu seus negócios e

iniciou operações dedicadas no segmento de mineração, intensificando a aplicação de

tecnologia de localização e transmissão de dados por meio de sistemas de satélite.

Transparência

A Tora é uma empresa que tem se empenhado na busca de uma relação de transparência com

o mercado, a sociedade e, principalmente, seus clientes. Entre as suas metas, está a tarefa de

“ser reconhecida como o melhor operador logístico, tornando-se referência no transporte de

cargas industriais e integrações rodoferroviárias no Brasil e Mercosul."

Entre os seus valores, cultua a ética e transparência nos relacionamentos clientes,

fornecedores e colaboradores por meio da excelência na prestação de serviços logísticos. O

desenvolvimento sustentável também está na sua pauta, além da valorização,

desenvolvimento das pessoas e da responsabilidade social.

De acordo com o presidente do conselho do grupo, mesmo num momento de baixa atividade

por qual passa a economia brasileira, a empresa não cogita demissões. De acordo com o dono

da empresa, todo o grupo conta com um quadro de 1.720 empregados diretos e 1.100

indiretos.

 A frota da empresa é composta de 480 veículos tratores, sendo 1.600 semi-reboques. Para

melhor aproveitamento das sinergias, o empresário cita o uso compartilhado dos

equipamentos entre as diversas aplicações, evitando ociosidade em um período de menor

atividade econômica.

Modelo ferroviário

Segundo o proprietário da Tora, a empresa não vai desperdiçar nenhuma oportunidade de

negócio Como operador rodo-ferroviário, Ribeiro da Silva afirma que a empresa tem interesse

na participação da concessão ferroviária, mas não no atual modelo proposto pelo governo.

“Para mim, o modelo em discussão parece uma forma de estatização dissimulada, onde o

governo exerce um papel muito centralizador, contrariando as leis de mercado ao tirar a livre

ação dos operadores”, afirma. O presidente do conselho da Tora diz não acreditar na atração

do capital na forma como o governou vem apresentando o projeto.

“Vai haver reformulação, até porque não acredito numa licitação neste segundo semestre em

razão das eleições presidenciais”, reforçou.  Ele lembrou que a Tora foi acionista da MRS no

processo de concessão da atual malha ferroviária a operadores privados, mas acabou

vendendo sua participação.

Seja qual for o ganhador das próximas eleições presidenciais, a Tora prevê um cenário difícil

par 2015 onde será preciso medidas “contorcionistas” para correções de rumo na economia.

Para Ribeiro da Silva, o próximo presidente, seja de qual partido for, terá de aproveitar o

“clima de confiança” que uma eleição proporciona para amenizar as dificuldades na busca de

medidas que voltem a estimular a atividade econômica.

Infraestrutura

Para o presidente do conselho do Grupo Tora, Minas Gerais foi o estado que mais foi

prejudicado com o processo de privatização, sofrendo um atraso de pelo menos dez anos nos

projetos que já poderiam ter sido repassados à iniciativa privada. “As estradas federais que

cortam Minas estão em um estado lastimável, afetando enormemente a produtividade e a

competitividade das empresas que vivem do transporte em nosso estado”, assegura. “Minas

tem seguramente a pior malha federal.”

Para ele, nem a privatização da rodovia BR-262 terá impacto no curto prazo. “Depois de

privatizadas, essas estradas levam um tempo para apresentar as melhorias necessárias”,

acredita. De acordo com o empreendedor, deveria haver um acordo para que o governo

central repassasse à competência estadual a administração das vias federais que cortam

Minas. “Pelo menos, a malha estadual mineira está em um estado muito melhor de

conservação”, disse.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Fusion ST, será que pode surgir ?


A internet é fantástica, agente acaba vendo situações que as vezes nem mesmo os engenheiros e designers das fábricas pensaram. Agora que o Fusion norte-americano e o Mondeo europeu se tornaram basicamente o mesmo carro, seguindo a filosofia global da Ford, começam a surgir especulações sobre uma versão esportiva do sedã. Vale lembrar que o antigo Mondeo teve configurações ST com motores a gasolina e até a diesel.
Diante disso, o designer digital Theophilus Chin já criou o que seria um possível novo Mondeo/Fusion ST. Tendo como base um modelo fastback europeu (no qual o vidro traseiro abre junto com a tampa), ele adicionou rodas maiores pintadas de preto, para-choque dianteiro modificado (com detalhes em fibra de carbono) e luzes de neblina em novo formato. Atrás, o para-choque é mais sarado e tem um extrator, além de quatro (!) saídas de escape.
Na terceira geração, o Mondeo ST teve um motor 3.0 V6 aspirado de 220 cv e um 2.2 turbodiesel de 155 cv. O sucessor passou a um 2.5 turbo de 220 cv, propulsor que foi substituído pelo atual 2.0 EcoBoost de 240 cv. Para um Fusion ST da nova geração, seria preciso pelos menos uns 300 cavalos.

Melhor Motorista de Caminhão do Brasil aponta para a renovação na categoria



Pódio da quinta edição do MMCB mostra que os motoristas buscam na capacitação uma forma de contribuir para o transporte de cargas mais profissional, seguro e eficiente

A competição Melhor Motorista de Caminhão do Brasil (MMCB) chegou ao fim. Depois de cinco meses percorrendo mais de 22 mil quilômetros por 11 Estados brasileiros e 14 etapas regionais, os 65 mil inscritos conheceram o grande campeão. O Melhor Motorista de Caminhão do Brasil é Eliardo João Locatelli, 33 anos, gaúcho de Carazinho, que no sábado (6), no Posto Sakamoto II, em Guarulhos (SP), superou outros 27 motoristas finalistas na grande e emocionante decisão. 



Apesar dos 33 anos, jovem na profissão, Eliardo é um veterano na competição que a Scania organiza. Pela terceira edição seguida ele venceu uma etapa regional e participou da grande final. Bateu na trave em 2012, quando participou da final, mas este ano ficou atento aos detalhes e, com muita concentração, superou os adversários na prova final, o Super Z, em que os três melhores se enfrentam realizando manobras ao mesmo tempo. “Aprendi muito nos últimos quatro anos participando do MMCB e recebendo o treinamento por meio dos cursos oferecidos gratuitamente. Usei todo esse conhecimento na prova final e, principalmente, mantive a calma e a concentração para cometer menos erros. Finalmente realizei meu sonho, de ser eleito o melhor motorista de caminhão do Brasil.” 



Renovação da categoria

A final do MMCB 2014 mostrou que há um processo de renovação do motorista de caminhão no Brasil. A média de idade dos 28 finalistas foi de 36 anos. E o pódio teve motoristas ainda mais jovens. Além de Eliardo (33 anos), o vice-campeão Marcos Araldi, outro gaúcho, de São Leopoldo, tem 35 anos. E o terceiro colocado, Anderson Dare Gonçalves Andrade, de Contagem (MG), com apenas 26 anos, está na turma dos seis finalistas abaixo dos 30 anos. 

Esses três motoristas também têm histórias interessantes, que representam um perfil do que é a profissão no Brasil. O campeão Eliardo é o exemplo de perseverança: em nove anos desempenhando a função de caminhoneiro passou os últimos quatro perseguindo seu sonho. Participa do MMCB desde 2010, realizou todos os cursos de capacitação oferecidos como prêmio aos motoristas e foi além: “Acompanhei as outras etapas pelo Brasil. Programava minhas viagens para coincidir com essas etapas, então pude ver o nível dos competidores de outros Estados, fazer muitas amizades e descobrir o quanto o caminhoneiro está carente em diversos aspectos, como a falta de apoio, de atualização. Independentemente da premiação da final, o que a Scania oferece é algo de muito valor para todos”. 


Marcos Araldi, o vice-campeão de 2014, veio para a grande final na semana passada, um dia após ter perdido seu emprego de transportador de conjuntos geradores no Rio Grande do Sul. Procurou durante os dois dias de provas do MMCB não pensar na dura realidade que o esperava em casa. E essa tranquilidade foi o ingrediente que faltava para chegar tão longe: “Era uma pressão desnecessária durante a final. Pretendo buscar uma recolocação no mercado, mas agora posso dizer que o cenário vai ficar mais fácil. Além do título de vice-campeão terei a oportunidade de receber mais conhecimento com os diversos cursos que ganhei.” 

Já Anderson Dare Gonçalves Andrade representa o jovem talento que chega com muita vontade de crescer na profissão. Com apenas 26 anos e incentivado pela família, ele nunca havia feito treinamento específico para dirigir um caminhão. “Meu pai e meu irmão são motoristas, e aprendi tudo com eles. Vim para a final com o intuito de me divertir, não pensei em chegar tão longe. Andar de avião pela primeira vez para mim já tinha sido um prêmio. Estar entre os três melhores do Brasil é um sonho.” 



Agora com os cursos "Master Driver" da Scania e de capacitação do Sest-Senat, pela primeira vez Anderson terá a oportunidade de buscar conhecimento em sala de aula para sua profissão. “Estou muito motivado em ser um motorista de caminhão cada vez melhor. E agora tenho uma grande oportunidade para reciclar meus conhecimentos. E como sou jovem, com apenas seis anos na profissão, por que não sonhar em um dia trabalhar na Scania como instrutor? Essa competição é muito importante para a autoestima do profissional. Então, vou continuar sonhando alto.” 

Para a Scania, o objetivo de valorizar o motorista de caminhão como parte importante da tríade formada também pelo veículo e pelos serviços disponibilizados, vai contribuir para um transporte mais eficiente e um ciclo sustentável mais consistente. 

“Estamos muito contentes com o resultado do MMCB 2014. Tivemos o recorde de inscrições, de 65 mil motoristas, o maior número de inscritos em 40 países que organizam essa competição. Mais de 1.100 participantes das 14 etapas regionais. E 28 finalistas de alto nível, que mostraram suas habilidades e o compromisso com uma direção mais segura e eficiente nas estradas. E ainda um pódio que reflete o perfil do motorista de caminhão no Brasil: todos muito motivados, conscientes de suas responsabilidades e otimistas com o futuro da profissão”, comemora Márcio Furlan, gerente de Marketing e Comunicação Comercial da Scania no Brasil.


Premiação
Eliardo João Locatelli, o vencedor do MMCB 2014, receberá um pacote de prêmios no valor de R$ 40 mil, distribuídos em aparelhos eletrônicos, móveis e eletrodomésticos. Além disso, o Melhor Motorista de Caminhão do Brasil ganhou uma viagem com acompanhante para conhecer a matriz da Scania, na Suécia, um jogo de seis pneus da Bridgestone e um curso de 40 horas do Sest-Senat. 

O vice-campeão, Marcos Araldi, e o terceiro colocado, Anderson Dare Gonçalves Andrade, ganharam uma série de prêmios, entre eles viagem com acompanhante para um resort no Brasil, um jogo de seis pneus da Bridgestone, kits promocionais e um curso de 40 horas do Sest-Senat. 

Os 28 campeões regionais farão o curso de Treinamento de Motoristas Scania “Master Driver”, de 40 horas.

A quinta edição da competição Melhor Motorista de Caminhão do Brasil contou com o patrocínio do Scania Banco, Bridgestone/Bandag, Shell, Noma do Brasil e Rede Graal.